A deputada ítalo-brasileira Renata Bueno classificou como “uma vitória da Justiça” e um “golpe contra impunidade” a extradição para o Brasil do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no processo do mensalão, que havia fugido para a Itália há dois anos. De acordo com a parlamentar, está tudo certo para seu embarque em Milão, às 17h10 (horário de Brasília), rimo à São Paulo, com escolta da Polícia Federal. “De forma sábia, a Justiça e o governo italiano entenderam que a dupla cidadania, que Pizzolato possui, não pode servir de escudo para proteger criminosos. Foi um processo longo, que durou mais de dois anos, mas felizmente conseguimos sua extradição ao Brasil para que cumpra a pena pelos crimes que cometeu”, comemorou a parlamentar, que acompanhou todo o processo de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil. Pizzolato deve chegar ao Brasil por volta das 5 horas da manhã e depois segue direto para a penitenciária da Papuda, em Brasília. Parlamentar acompanhou todo o caso Eleita na América do Sul para representar a comunidade italiana da região no Parlamento da Itália, Renata Bueno acompanhou desde o princípio o desenrolar do caso Pizzolato. Logo após sua fuga, em novembro de 2013, e as primeiras notícias de que ele poderia estar escondido no país, ela procurou as autoridades policiais italianas e a Interpol para pedir empenho nas buscas ao condenado no processo do mensalão. O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil acabou sendo preso no dia 05 de fevereiro de 2014 da cidade de Maranello (a 322 km de Roma), no norte da Itália. A partir daí, a parlamentar começou a acompanhar todo o processo de julgamento e de extradição de Pizzolato. “Acompanhamos a prisão, a primeira decisão da Corte de Bolonha e o recurso na Corte de Justiça, que validou a extradição plena, inclusive determinado a prisão imediata dele. Durante todo esse processo, tivemos em contato com os magistrados mostrando a importância política desse caso para o Brasil. Relatamos que se tratava de um escândalo de corrupção muito grande, num processo de durou vários anos, e que resultou na condenação em último grau de vários réus, sendo que só Pizzolato, que fugiu para a Itália, estava solto”, explicou Renata Bueno. Por: Assessoria da parlamentar em 22/10/2015 Contatos da parlamentar: (41) 9923-0809

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