Raízes que nos unem
Respeito à história das famílias italianas que chegaram ao Paraná, valorização da memória, da cultura e das tradições que essas famílias mantiveram vivas, e fortalecimento das relações entre Brasil e Itália.
Advogada ítalo-brasileira, mestre e doutora em Direito Internacional. Primeira brasileira nata eleita deputada no Parlamento Italiano.
Há mais de um século, famílias italianas atravessaram o oceano e escolheram o Paraná para recomeçar. Trouxeram o trabalho, a fé, a mesa de domingo, a língua e o sobrenome que filhos e netos carregam até hoje.
Essa história é parte do que o Paraná se tornou. E ela merece respeito, memória e representação.
Plantaram, ergueram cidades, abriram comércios, formaram gerações inteiras. Renata Eitelwein Bueno vem dessa mesma raiz: advogada ítalo-brasileira, mestre e doutora em Direito Internacional, foi a primeira brasileira nata eleita deputada no Parlamento Italiano, representando a América do Sul.
Para Renata, política nunca foi ocupar um cargo. É defender pessoas, abrir caminhos e transformar direitos em realidade.
Quem é Renata
A família de Renata é de Campo Mourão e Peabiru. Ela começou na vida pública ainda muito jovem, percorrendo o interior do Estado ao lado de seu pai, o deputado federal Rubens Bueno, conhecendo os municípios paranaenses de perto e ouvindo as necessidades da população.
Renata conhece os desafios de ser mulher na vida pública. Conhece a realidade de quem precisa lutar para ser ouvido. E conhece, pela própria trajetória, a importância de não deixar que obstáculos definam até onde uma pessoa pode chegar.
Da Câmara Municipal de Curitiba ao Parlamento Italiano, sua história é feita de coragem, trabalho, Direito e participação pública.
Bandeiras
Das raízes que unem Paraná e Itália à cooperação entre instituições dos dois países, oito compromissos guiam o trabalho.
Respeito à história das famílias italianas que chegaram ao Paraná, valorização da memória, da cultura e das tradições que essas famílias mantiveram vivas, e fortalecimento das relações entre Brasil e Itália.
Renata viveu anos dentro do sistema de ensino italiano. Conhece suas escolas, suas universidades e o que faz delas referência mundial. Quer trazer esse padrão para o Paraná: escolas melhores, formação técnica de verdade, universidades conectadas a instituições europeias e reconhecimento de diplomas.
A Itália construiu um dos sistemas públicos de saúde mais respeitados do mundo. Cooperação técnica, troca de experiência e acesso a tecnologia para melhorar o atendimento de quem depende do serviço público no Paraná.
Intercâmbio universitário, qualificação profissional e conexão com o mundo, para que o jovem paranaense cresça sem precisar abrir mão das suas raízes.
A cultura como instrumento de transformação social e como fio que mantém viva a memória entre as duas margens do oceano.
Aproximar empresas, cooperativas e produtores do Paraná do mercado europeu. Uma relação de mão dupla: trazer conhecimento e inovação para cá e apresentar lá fora a produção e a capacidade de quem trabalha neste Estado.
Quem vive entre dois países conhece as filas, os prazos e os documentos que não andam. Serviços consulares mais eficientes, circulação mais simples de documentos e reconhecimento ágil de diplomas para quem já tem seu direito garantido.
Construção de pontes entre instituições, comunidades e países, usando o diálogo e a experiência internacional para buscar soluções concretas.
Propostas
Eu não vim aqui prometer. Vim mostrar o caminho. Minhas raízes estão no mundo. Minha experiência tem endereço: o Paraná.
O Paraná produz exatamente o que a Europa quer comprar. O que falta não é qualidade, é caminho. E caminho se abre com quem conhece as duas pontas.
Eu passei anos abrindo porta em outro parlamento, em outra língua. Trouxe essa agenda na mala.
Nosso produtor perde dinheiro esperando carimbo. Enquanto o papel anda, a carga para e o negócio fecha em outro lugar.
Quem trabalha desde cedo não pode ser castigado por burocracia.
Fila de cirurgia não é número em planilha. É a sua mãe esperando, é o seu filho sem consulta, é a mãe que cuida sozinha e não tem com quem deixar o filho para ir trabalhar.
Eu quero que o cuidado chegue antes de virar emergência.
Mulher que empreende precisa de crédito na mão, de alguém que já trilhou o caminho para orientar e de porta aberta para vender.
Eu quero ver a costureira de Maringá vendendo em Milão. Isso não é sonho, é logística.
Eu sempre pergunto: você já pesquisou sobre os seus candidatos?
Muita gente chega na urna sem saber o que faz um deputado federal. E quem não sabe cobrar acaba mal representado. Isso não se resolve na campanha, se resolve na escola.
Educação de primeiro mundo não pode ser privilégio de quem pode atravessar o oceano.
Acessibilidade não é enfeite no fim do post. Ou a informação chega para todo mundo, ou ela não chegou.
Meu mandato vai ser acessível do primeiro ao último dia, e não só quando é bonito aparecer.
Já ouvi famílias aqui no Paraná contando que esperam anos por um documento. As regras mudam, ninguém explica, e a pessoa fica sem saber a quem perguntar.
Eu não vou prometer o que não depende de mim. O que eu posso garantir é informação clara, acolhimento e um caminho para quem hoje está sozinho nesse processo.
Dinheiro público tem dono, e o dono é você.
Eu não tenho nada a esconder, então vou publicar tudo.
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Mande sua mensagem, convide Renata para a sua região ou tire dúvidas sobre a candidatura.
(41) 99693-8392
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